quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Vw - foto panorâmica

Revirando o "fundo-do-baú" encontrei em meus arquivos estas fotos datada de Setembro de 1989 em que mostra um evento do antigo Sedan Clube, hoje o atual Fusca Clube Brasil, durante uma concentração de Vws no estacionamento do Parque do Ibirapuera - SP, e o efeito sugerido nas fotos é de ter uma visão panorâmica dos veiculos e podemos notar que a preocupação dos organizadores era de alinhar os carros conforme a cor e o predominante nesta época era o branco, pelo menos no que refere-se ao Vw Fusca.
Foto: Dario Faria (arquivo pessoal)

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Vw - a primeira Kombi (Brasil)

A Primeira Kombi foi fabricada em 02 de Setembro de 1957, na recem construída Volkswagen em São Bernardo do Campo-SP, e portanto sendo considerado este o primeiro produto Vw brasileiro, embora com um item de 50% de peças nacionais caminhava para atingir a sua totalidade em nacionalização.
Nos idos dos anos 60 a Volkswagen distribuía uma revista interna denominada "Familia VW"para seus funcionários e em uma destas matérias mostrou o destino que seguiu a primeira Kombi, primeiramente comprada para uso em trabalho árduo em uma fazenda chamada Tipiti no Rio de Janeiro e depois como carro de transporte de uma oficina de refrigeração da Consul, e em 1961 foi vendida em uma agência de usados como um veículo qualquer para um terceiro dono que mal sabia do valor histórico desta Kombi, mas mesmo assim sofreu varias alterações que mudaram a cor original de verde para verde e cinza e a pior foi a colocação de seis portas: três de cada lado e é possível notar o estribo do lado direito abaixo da porta incluída e também frisos que são de origem do modelo luxo, isto tudo para fazer lotação.
Mas como diz a matéria escrita na revista: "recorde é rotina", e muitas se seguiram depois da primeira Kombi e infelizmente não se teve mais noticias desta Kombi: "a numero 1".
Agora podemos nos perguntar:
-O por que não poderia ter ocorrido um interesse de a própria fabrica adquirir um veículo histórico deste como foi o caso da "numero 1" para a posterioridade?
-E por que a Kombi foi o primeiro produto Vw e não Fusca que era seu "carro chefe"?
Quanto a primeira pergunta prefiro não comentar, mas a segunda talvez seria por que a linha do Fusca não estivesse pronta em 1957 , pois a linha de produção da Kombi era bem menor que este e mais simples de mudar e talvez também que ocorreria uma grande mudança a partir de Agosto de 1957 quando então o Fusca perdeu a janela oval e a fabrica aquí estava esperando por estas "novidades" da amtriz alemã e inauguraria a linha somente em 3 de janeiro de 1959 e oficialmente em 18 de novembro deste mesmo ano. E curiosamente não encontramos Fuscas 1958, ou até agora não tenho visto e sim muitos Vws ano 1959.
Dario Faria
Fotos: divulgação,VW Família revista (arquivo pessoal)

domingo, 15 de agosto de 2010

Sabrico e o primeiro Vw (parte ll)

Complementando o postagem anterior, recebi do amigo Alexander Gromow mais informações sobre o primeiro Vw vendido oficialmente no Brasil em 1950, e nada menos que a própria cópia da Nota Fiscal de fatura deste pioneiro Vw.
Esta foto dos anos 60 representa o quanto a Sabrico tinha um potencial de vendas em veículos Volkswagen, o pátio cheio de Fusquinhas e Kombis e alguns "zerinho".Este é o Vw oval window 1955 do Alexander Gromow na década de 80 ainda sem a devida restauração e devido a sua cor em tom coral desbotada pela ação implacável do tempo recebeu o carinhoso apelido de "Rosinha" por seu feliz proprietário.
Poucos ou seria apenas este Vw que teve o privilégio de ser restaurado na própria fabrica que o construiu e segue o ditado popular: "O bom filho a casa retorna". E depois de finalizado a minuciosa tarefa de restauração a pose para a foto com a equipe da Volkswagen.
Abaixo a localização da Ala Zero na fabrica da Volkswagen do Brasil - São Bernardo do Campo.
Fotos: Alexander Gromow; Eduardo Tonin e Dario Faria (arquivo pessoal).

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Sabrico e o primeiro Vw.

Encontrei este antigo recorte de jornal datado de 23 de Novembro de 2000, que conta a tragetória do primeiro Vw vendido no Brasil pela concessionaria Sabrico do grupo Brasmotor, e devemos estar atentos ao fato de ser este um revendedor autorizado e certo que é o mais antigo de todos.
Tempos atrás apareceu em revista especializada matéria sobre um Vw 1949 encontrado e restaurado por um colecionador da Bahia, mas este deve ter vindo ao Brasil por meios de importação não oficial, em que período não se sabe por ser uma história obscura e misteriosa e talvez tenham uns outros mais deste ano de 1949.
O meu amigo de longa data e companheiro admirador nato de Vws Alexander Gromow se tornou um "expert" neste assunto, aqui e internacionalmente e de tanto pesquisar a história dos Vws, reuniu as informações de seu arquivo e publicou o seu livro com este tema especifico. E este eu recomendo.
Sendo assim bem mais fácil e instrutivo colher informações seguras sobre a historia dos Vws e evitar entrar em polêmicas de informações de fontes não confiavéis.
Alexander Gromow é presença marcante em eventos, está sempre atencioso a todos, e na foto conversando com Eduardo Ohara, um dos "alicerces" da fundação do Sedan Clube, este é foi o primeiro nome que originou o Fusca Clube do Brasil na década de 80 e em destaque o seu magnifico Vw 1955 oval window sun-roof (teto solar) primorosamente restaurado da própria fabrica da Volkswagen do Brasil na ala zero.
Fotos: Dario Faria, arquivo pessoal.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Capô de Fusca 1959 a 1964

Em 1959, com a mudança do vigia do Fusca, passando do vidro oval para o vidro grande, a VW mudou o desenho do capô traseiro, ficando mais limpo, com menos área estampada e consequentemente nova tomada de ar.O desenho do vinco no capô ficou menor, acabando lateralmente um para cada lado.Esse desenho foi até 1964 junto com o "nariz bicudo" (iluminação de placa). A partir de 1965 veio o "nariz achatado", maior e mais moderno. O capô por sua vez perde a terminação do vinco nas laterais, teoricamente sendo encobertos pelo nariz achatado. Teoricamente porque ele deixou de existir porque não havia mais sentido em utilizá-lo.Acontece que muitos transformaram seus Fuscas 62,63 e 64 em modelo 1965, afinal era apenas trocar o nariz a principal mudança ao primeiro olhar. Aí víamos o nariz achatado em capô com vinco, criando uma fresca porque não encaixava perfeitamente. Outros iam mais longe, trocavam o capô completo, assim não haveria sinais dessa denúncia.
Com a volta ao passado, hoje muitos proprietários querem retornar a originalidade de seus carros, mas alguns deles sofreram essa transformação. Então vamos ver muitos Fuscas como os das fotos abaixo, com o nariz bicudo e sem os vincos laterais, denunciando ser capô mais moderno.
E isso não acontece apenas no Brasil, na foto abaixo vemos o mesmo caso em um Fusca nos Estados Unidos.

"Rarest of the rare" acessórios antigos

Conforme havia comentado anteriormente sobre artigos em revistas estrangeiras que mostram matérias sobre algo que seja muito raro, este é um exemplo retirado da Volks World de Novembro 2004 (Inglaterra). Podemos ver diversos acessórios raros: Relógios para Vw 50 e 53, extensão de tubo de escape, tela de ventilação de janela de porta (mosquiteiro), tela de forro interno de teto (porta-treco) e livros e brochuras da era Kdf-wagen.
Já na revista "Hot Vws and dunne buggies" de july de 1997, Mr. Rich Kimball nos contempla com várias fotos de itens antigos e raros, mas deixa um termo errado na descrição do emblema Vw brasileiro que é afirmado como sendo de origem Sul Africana, certamente por desconhecer a origem e ver neste logotipo a figura de um índio ao lado de um bandeirante deve ter deduzido tratar-se de povos do continente africano...
Este emblema conhecido também como bandeirante foi colocado pela Vw do Brasil para substituir o anterior alemão com o brasão da cidade de Wolfsbug. E a origem dele vem da cidade de São Bernardo do Campo-SP, e levando as inscrições em latin: Pavlistarvm terra mater", algo como: nascido em São Paulo ou São Paulo terra mãe.

Este é o emblema utilizado nos Vws de origem alemã e foi introduzido a partir do chassi numero 1-0220 472 em 1951 e portanto os Vws do ano de fabricação 1950 não possuem este brasão, é notado a variação de cores que são seis e sua fixação era feita através de abas de chapas "orelhas' que se dobravam na parte de trás e consequentemente era alvo de furtos constante, pode-se ver também que era colocado sobreposto a uma base de chapa de alumínio estampada para melhorar o acabamento.
Fotos: arquivo pessoal & divulgação.

Emblemas VW

Este raro e diferente emblema fundido em alumínio traz o logotipo circular Vw e a palavra Brasil logo abaixo, segundo um amigo chamada Vagner que tem muito conhecimento no ramo de peças antigas, foi relatado pelo pai dele que trabalhou na Vw este período, tratar-se do emblema que foi utilizado em 1959 durante o período de transição do emblema alemão de Wolfsburg que aqui é também conhecido como "raposinha" e o emblema nacional de São Bernardo do Campo, também conhecido como: Bandeirante. Eu não poderia dizer que isto é verídico ou não e fica assim a duvida no ar...
Foto: Dario Faria

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

O mais raro dos raros, acessórios de época.

A expresssão "rarest of the rare" ou: o mais raro dos raros, é muito utilizada na Inglaterra e nos Estados Unidos para designar algo que é o mais difícil de se encontrar e neste exemplo posso citar:
este incomum tubo de reforço de para-choques utilizado no inicio da década de 50, que contornavam os faróis formando algo um tanto quanto exótico.
Este Vw Split Window 1953 com painel do Oval Window foi visto em um evento no ano de 1989 no parque do Ibirapuera, e na primeira foto acima meu filho Charles Faria segurando um pequeno Vw de plástico e logo atrás o Ricardo Ferez conversa com o Renato sobre a originalidade do modelo. Quanto a este interessante Vw Split Window não tive mais noticias...
Também neste recorte de jornal que anunciava ser o primeiro Vw vendido no Brasil, um modelo 1950 que saiu da revenda Sabrico e foi alvo de uma procura por longos anos afio pela mesma revenda, na foto divulgada é visivél os reforços tubulares do para-choque e o tom da lateral em duas cores "saia-e-blusa" não era original de fabrica e sim algo que se colocava talvez por ficar igual ao modelo conversivél da Karmann ou mesmo uma tendência dos anos cinquenta, notem a grande antena de radio na fixada lateral.
A foto acima foi publicada neste caderno do Jornal da Tarde que se chamava:Jornal do Carro e a data é de 13/Agosto?1986 e era feita uma despedida ao fim da produçao do Fusca, isto pela primeira vez, algo que ninguém poderia imaginar é que ele voltaria...
fotos: Dario Faria (arquivo pessoal)

Acessórios VW - Tubos para para-choques

Podemos observar o incomum acessório de tubos de proteção no para-choque dianteiro. Este raro Vw split window 1950 foi visto em um evento no autódromo de Interlagos no final da década de 80, e oque foi comentado que o carro estava na Baixada Santista - SP e por isto era desconhecido até aquele presente momento.
Formou-se uma história ou estória sobre este Vw que o mesmo havia pertencido a Joseph Mengelli, um alemão nazista muito comentado naquela época por ter se escondido no Brasil durante longos anos após o término da Segunda Grande Guerra.
Quando o Nelson Rosa viu o carro em Interlagos, se surpreendeu e fez uma oferta que o levou a compra do Vw.
Com alguns retoques o Vw já estava participando em eventos.
O interior era bem integro e original, apesar do desgaste que o tempo de uso proporcionou. Hoje não saberia dizer aonde se encontra o antigo Vw Split Window.
fotos: Dario Faria (arquivo pessoal)

sábado, 7 de agosto de 2010

Dia dos pais

SER PAI É: Imaginar que nossos filhos gostem das mesmas coisas que nós...Seria este o amor incondicional que os pais tem pelos filhos?
Dario Faria
foto:Nanci; Charles e William Faria ( Vw 1959 em 1993)

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Porsche 550 Spyder & James Dean

A imagem do Porsche Spyder 550 é diretamente relacionada a James Dean, nascido em 08 de Fevereiro de 1931 no estado de Indiana-U.S.A. ator de três filmes entre eles: "Rebeldes sem Causa" que se tornou referência de toda uma geração.Mas o destino foi implacavel e em 30 de Setembro de 1955, teve uma morte precoce aos 24 anos em um acidente de trânsito a bordo de seu Porsche 550, no auge de sua carreira artística.
James Dean estreou em competições em Março de 1955, quando então já havia adquirido dinheiro suficiente para comprar um Porsche 356 Super Speedster com um segundo lugar na corrida de Palm Springs Califórnia, logo na segunda corrida obteve um terceiro lugar e já na terceira corrida estava em quarto lugar quando houve a quebra de um dos pistões levando a abandonar a prova, os bons resultados incentivaram-no a adquirir um esportivo Porsche 550 Spyder com motor 4 cilindros de 1 500 cilindradas e 100 cavalos por litro de cilindrada e ainda com o auxilio de ter um mecânico de fabrica partiu para a sua quarta prova em Salinas - Califórnia mas no dia em que iria estrear sua nova "máquina", aconteceu a tragédia. James Dean que havia decidido levar o carro sobre uma plataforma até o local da corrida. Mas tal idéia foi descartada, pois ele queria ter uma ideia de como o carro se comportaria na hora de enfrentar seu primeiro desafio na estrada. Mas seus amigos já o haviam advertido sobre o perigo que iria correr ao dirigir uma máquina de grande potência.O Porsche Spyder 550, apelidado por James Dean de "Little Bastard" e escrito na parte do capo traseiro e personalizado por nada menos que George Barris: o criador do Batmóvel.
Neste dia, acompanhado por Rolf Weutherich com 28 anos, um ex-piloto da Luftwaffe e mecânico oficial da Porsche, depois de uma hora de viagem, chegaram no cruzamento da Rodovia 466 com a 41, próximo à cidade de Cholame, James Dean avistou outro carro na contramão. "Ele tem que parar, ele tem de nos ver", gritou James Dean, mas acabou por bater violentamente em um Ford 1950 Tudor coupê dirigido por Donald Turnupseed de 23 anos, um ex-marinheiro, que vinha na direção oposta e não percebeu a presença do Porsche prateado que corria em sentido oposto ofuscado pela luz do por do sol.

O mecânico foi atirado para fora e quebrou uma das pernas, o maxilar e sofreu várias escoriações, e o astro morreu a caminho do hospital. Donald Turnupseed com poucos ferimentos declarou que não viu o Porsche de James Dean se aproximando de frente.


Mas a tragédia não acabou com a morte de James Dean....Ao redor dos restos desse Porsche tem ocorrido uma série de histórias que sempre levam a mesma questão. O carro de James Dean teria algum tipo de maldição?A companhia de seguros vendeu o que restou do carro e George Barkuis, o motorista que dirigia o caminhão que foi buscar o carro e morreu quando o Porsche caiu sobre ele no mesmo lugar do acidente. George Barris comprou o carro por US$ 2.500 e quando o carro chegou na oficina ele deslizou e caiu sobre um dos mecânicos e quebrou suas pernas. E em outubro de 1956, Troy Mc Henry que havia comprado o motor do carro de Dean morreu ao usá-lo pela primeira vez em seu carro. Logo depois, outro de seus clientes - William Eschrid, que comprou o câmbio do veículo bateu o carro violentamente em uma árvore e sobreviveu. As rodas foram vendidas a um jovem que uma semana depois se envolveu em um acidente devido a um defeito nas rodas que pertenceu ao Porsche e um adolecente tentou roubar o volante do Porsche e cortou o braço.

George Barris emprestou os restos do carro para a polícia de estrada da Califórnia para utilizar como exemplo da imprudência no trânsito. Antes que as autoridades o levassem, a garagem onde estava guardado pegou fogo e misteriosamente o Porsche se salvou com pequenos danos e o resto dos carros estacionados no local que ficaram completamente destruídos com o incêndio.

No dia em que o carro foi colocado em uma exposição em Sacramento houve uma quebra do estante e machucou um jovem presente no local. Quando o carro foi transportado para uma exposição próximo da cidade de Salinas, o caminhão patinou na pista e bateu causando a morte do motorista.

Os restos do Porsche Spyder que ainda pertencia a George Barris foi levado a Miami na Florida para ser exposto novamente, mas sumiu misteriosamente e não chegou ao seu destino.

Todos estes fatos seriam uma maldição ou apenas uma série de coincidências... E a sorte de Rolf Weutherich o mecânico que acompanhou James Dean não foi das melhores e em 1981 morreu em um acidente automobilístico na Alemanha, quando dirigia um Honda.

O Museu Volo auto de Illinois que possui a única peça original do Porsche Spyder, a porta do motorista restaurada, oferece a quantia de 1 milhão de dollares a quem queira vender os restos do "Little Bastard", desde que George Barris reconheça a autenticidade.

Dario Faria
fotos e pesquisa: book James Dean, the authorized biography.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Karmann-Ghia: classe e beleza

Este é um perfeito Karmann-Ghia 1958 alemão de origem, nas cores vermelho com teto preto ao melhor estilo saia-e-blusa. A matéria foi publicada em uma revista de autos antigos espanhola, e a frente do veículo podemos notar nitidamente que os para-lamas são mais arredondados e as grades de ventilação é menor e finamente decorada com dois pares frisos horizontais e também o emblema com o "VW" circular no nariz do veiculo difere do nosso modelo. As lanternas traseiras eram feitas em vidro em forma de delicados retângulos colocados na posição vertical.

O veículo com a letra "I" colada no capo traseiro mostra que o carro esta com placa da Itália, por que é uma tradição colocar este tipo de adesivo ou identificação na Europa com a identificação do país de origem de matricula de transito.

Por dentro podemos observar que ainda existem semelhanças com o Vw em relação ao volante e os comandos, embora o aro de buzina seja diferente.
O motor 1200 cc era tradicional, mas com o filtro de ar na posição lateral e ao que parece existe uma antena de rádio fixada no para-lama dianteiro direito, um acessório de época.
Igualmente o que foi feito na revista 4 Rodas esta revista também associou as linhas elegantes do veículo com uma bela modelo.
Dario Faria