
Foto: Automóveis de São Paulo, autor Malcolm Forest.


As fotos acima servem para exemplificar um antiga duvida que perdurava por vários anos e acredito que agora foi esclarecida, e através de um comentário no blog "Antigosverdeamarelo" do amigo Gui que recebi uma resposta convincente de um frequentador deste blog que assina pelo code-nome: AGB, com informações preciosas deste assunto das letras e números de placas antigas:
"Até 1946-47 as placas eram pretas com números de cor metálica, em ordem crescente: 1, 2, 3 etc. A numeração baixa era muito desejada e, em geral, reservada a pessoas poderosas (generais, ministros, milionários). Cada placa era identificada por uma letra: P = particular, C = carga, T = transporte de passageiros.
Naqueles anos adotou-se a placa amarela com algarismos pretos para automóveis, vermelha com números brancos para comerciais e branca para veículos oficiais. Havia algumas especiais para autoridades, diplomatas, veículos militares e por aí vai.
De início, a numeração partiu do 1 (imagine a disputa que ocorreu!) mas quando atingiu o milhar os algarismos foram separados em pares (10-25, 29-32 etc) e em seguida em três grupos (7-18-47 ou 30-03-67). Alguns estados usaram este último sistema desde o início (RS p. ex.) Pelos anos 60 a identificação em SP já chegava a 4 pares, com evidente dificuldade para atender as exigências do trânsito. Em 1971 vieram as placas alfa numéricas (AK2398) e, por volta de 90, surgiu o atual método. AGB"
Dario Faria
2 comentários:
Dario, o "AGB" é o anônimo mais ilustre do AVA.
Olá Gui.
E também muito interessado no assunto Vw e antigos de um modo geral, eu mesmo já tive muitos temas em debates com ele reconheço o seu profundo entendimento.
Dario Faria
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